Diana é eliminada no último Paredão
Foi por muito pouco, mas Diana não conseguiu chegar à final do BBB 11. Com 75% dos votos do público, a carioca foi eliminada no último Paredão do programa neste domingo (27), contra Maria (16%) e Wesley (9%), cravando a felicidade do casal e de Daniel, os três finalistas que disputarão o prêmio de R$ 1,5 milhão na próxima terça-feira (29).
Diana teve uma passagem polêmica pelo reality. Dona de uma personalidade forte, de maneiras arredias e sempre priorizando a autenticidade em vez da simpatia, muitos ainda não entendem como a carioca, um tanto rabugenta, conseguiu escapar de tantos Paredões até aqui (cinco, para sermos exatos).
Em todas as vezes em que foi para a berlinda, ela foi salva com pouca diferença do eliminado. Isso talvez explique suas sobrevidas: o público preferiu sempre tirar aquele que estivesse causando desconforto imediato (tal como Rodrigão, que saiu após ter se mostrado machista aos olhos do público) e deixar a moça que afirma que gosta de ficar com garotos e com garotas para ser limada no final. Ao entrar no Paredão com o “casal 20″ do programa, Wesley e Maria, a carioca não foi digna de misericórdia.
A briga final agora ocorre terça-feira (29). O público deverá votar em quem quer que seja o vencedor, e não mais para eliminar um participante. Wesley, Maria e Daniel concorrem ao prêmio.


Jaqueline não resistiu a seu primeiro Paredão. A carioca, passista da escola de samba campeã carioca, Beija-Flor de Nilópolis, foi eliminada nesta terça-feira (15) do BBB com 63% votos.
A modelo paulista Talula foi a 11ª eliminada do Big Brother Brasil 11 ao receber 61% dos votos. A modelo disputava a preferência do público com o empresário pernambucano Daniel (31%), tido como um dos favoritos para levar o prêmio, e com o médico Wesley (8%), que vem ganhando popularidade, apesar de ser o brother mais introvertido da casa.
Justiça seja feita, a mineira sai do “BBB11″ com galhardia. Ao ser questionada por Pedro Bial a que ela atribuía a sua saída, afirmou que talvez tenha lhe faltado uma certa malícia. Afora o choro exagerado –”Eu sou uma pessoa muito frágil. Isso aqui é só casca”, desabafara ela momentos antes do veredito– pode sair de cabeça erguida.
Aos 26 anos, Ariadna diz que mesmo antes da cirurgia de mudança de sexo já se sentia uma mulher. ”Eu nunca me senti homem. Nasci, vivi e vou morrer mulher”, conta ela, que traz o nome do ex-namorado, Gabriel, tatuado no braço.
